segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Importar!?

Com o aumento do custo dos produtos nacionais grande empresas investem em importação de produtos similares, muitas vezes com o custo inicial muito inferior e uma qualidade equiparada. Todavia é necessário avaliar que para vender produtos de outros países teremos que somar ao custo do produto algumas taxas. Posso destacar as principais taxas:
 - Imposto de Importação (I.I.) – Produtos importados.
- Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) Produtos industrializados.
 - Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços
- ICMS - São Paulo a alíquota é de 18%.
 - Imposto Sobre Serviços (ISS)-Imposto municipal.
 - Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) – operações de cambio.
- Patrimônio do Servidor Público (PIS-PASEP)
 - Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
Adicional de Tarifas Aeroportuárias (ATA)
- Armazenagem – Referente a pátios, depósitos, de propriedade dos administradores dos portos.
- Capatazia - Gastos com a movimentação de mercadorias nos portos.
- Despachante Aduaneiro

- Emissão da Declaração de Importação – SISCOMEX define.
Segue exemplo de calculo.
Fonte: CIESP
Contudo, como pode-se ver , a quantidade de alíquotas assusta os importadores. Todas as tarifas obdecem também uma política antidumping para que não deixe os produtos nacionais foram da competição. Essa estratégia consiste em aumentar as taxas de importação para que os preços destes produtos fiquem mais próximos dos produtos brasileiros.
Existem empresas especialistas em cálculos de custos de importação e podem auxiliar nesses dados também.
Baseado nisso posso afirmar: Não se prenda a um único mercado. Globalize-se!!!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Ferramentas para gestão financeira


A gestão financeira é essencial para controle de uma empresa e podem definir o seu sucesso ou fracasso. Através dela que conseguimos identificar se a empresa é lucrativa ou não, se ele deve reinvestir no mesmo segmento, se ela deve fazer algum empréstimo ou financiamento, qual a melhor forma de pagar suas obrigações e se deve flexibilizar seus recebimentos. Planejamento, organização, direção e controle são premissas básicas da gestão.
Por isso selecionei algumas ferramentas que poderão auxiliar no processo de tomada de decisão.

 Orçamento

É um instrumento que descreve o plano geral de operação e/ou de capital orientado por objetivos e metas propostos pela direção da empresa por um determinado período” segundo Zdanowics. Seria uma diretriz traçada logo no inicio do período com a intenção de guiar “os passos” da empresa durante o ano. Ele não eh engessado pode ser alterado a qualquer momento, mas toda mudança traz consequências que podem interferir no resultado final. Em seu conteúdo deve constar: As despesas mensais (custos fixos + custos variáveis), faturamento mensal, margem de contribuição, margem de desconto, metas e os KPIs (indicadores – ex: Total de venda de vestidos femininos) que devem ser medidos.

Fluxo de caixa
Segundo o Sebrae ele é uma ferramenta da gestão financeira que projeta para períodos futuros todas as entradas e as saídas de recursos financeiros da empresa, indicando como será o saldo de caixa para o período projetado. Descomplicando imagine um riacho onde as águas se encontram e se separam, essa linha principal seria o fluxo de caixa que possui diariamente entradas (vendas, empréstimos, retorno de investimentos) e saídas (contas a pargar, despesas emergenciais). A boa administração dele determinará se os compromissos serão honrados, pode identificar se existe algum valor excedente para uma aplicação.
Payback
Uma boa maneira de saber se um investimento será rentável eh utilizar esta ferramenta. Payback traduzido em português significa “pague de volta” e quer dizer exartamente isso, em quanto tempo o investimento será ressarcido ao investidor. Através desta análise a pessoa que investe terá uma estimativa de quanto tempo começará a lucrar em cima de seu investimento.
Custo de oportunidade
Muitas vezes ao investir em determinado produto ou empreendimento a decisão do dono do capital não pode ser analisada isoladamente, devemos levar em consideração também o quanto ele ganharia investindo em outro projeto. Leone (2009 p. 76) afirma que ”o custo de oportunidade é o valor do beneficio que se deixa de ganhar quando, no processo decisório, se toma um caminho em detrimento de outro” e Marshall (2002) “ são os lucros potenciais máximo não realizados com o evento de perda em alguma ocorrência.” Quanto poderíamos ganhar tomando outra decisão?
Analise de Riscos
Toda a operação possui um risco e normalmente quanto maior o ganho maior o risco, por isso devemos elencar todos eles referentes a uma operação. Tudo que envolve dinheiro deve ser levado a serio. Imagine um investidor que compra um terreno para criação de gado em uma zona de constantes invasões do grupo MST, seria viável? Resposta básica de administração financeira – Depende. Se o valor do investimento somado ao custo mensal que ele terá em alocar pessoas que garantam a propriedade para ele for menor do que a valorização do imóvel certamente será um bom investimento.
São apenas dicas para nortear as decisões estratégicas de um investidor ou de uma empresa, que devem ser aprofundadas e personalizadas para cada tipo de negocio. Também recomendo o acompanhamento de um profissional especializado em Gestão Empresarial ou uma consultoria financeira para formular calculo e tornar o conceito mais mensurável.

Baseado nisso posso afirmar: Mantenha sua empresa financeiramente saudável. Analise seus investimentos. Diminua os riscos!!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Gestão de Projeto Simplificado

Projetos são temporários, únicos e progressivos, ele é o planejamento de uma futura atividade finita. Todo projeto deverá ter um fim para que ele possa ser medido. Uma definição mais abrangente que temos é a da ISO 10.006:”um processo único, consistindo de um grupo de atividades coordenadas e controladas com datas para inicio e termino, empreendido para alcance de um objetivo conforme requisitos específicos, incluindo limitações de tempo, custo e recursos”. 

Ele também pode ter função na vida pessoal como para comprar uma casa, reformar o apartamento e outros.Historiadores dizem que a primeira vez que foi utilizado esse termo foi no lançamento do satélite Sputnik pela União Soviética, chamado de PERT (Programa de Avaliação e Revisão Técnica).  Após o ocorrido diversas empresas e estudiosos começaram a desenvolver mecanismos de gestão. O lançamento do guia PMBOK trouxe novos conceitos para a matéria.Para facilitar a compreensão iremos utilizar uma exemplificação de um projeto, com suas etapas:

 1ºPasso
Definição do objetivo

Nesta etapa teremos que te um objetivo bem especifico para que possamos propor ações para alcança-lo. Quanto mais amplo o termo mais difícil será atingir o êxito.EX.: Perder 10 kg em 5 meses 

2ºPasso
Analise do objetivo

Nessa etapa devemos ter uma visão mais ampla de como atingir este objetivo, consultar fontes diversas e profissionais especialistas em determinadas atividades.EX.: Mudanca de alimentação, exercícios físicos, definição de cardápio, analise de calorias adquiridas x calorias queimadas. 

3ºPasso
Plano de ação:

Agora trabalhamos com as informações obtidas e as convertemos em ações efetivas com prazos e descrição.
Ex.: 
Reeducação Alimentar – Como: Procurar um nutricionista que faca o calculo de quantas calorias devo consumir – Prazo: 10 dias.        
Atividades físicas – Procurar um educador físico para indicação do melhor tipo de atividade para meu
fisico – Prazo: 5 dias.

4ºPasso
Esquematização

O esquema auxilia na visualização das tarefas.



  

 5ºPasso
Controle

Auditar os resultados a cada fim de prazo. 

Ultimo Passo
Finalização

Na finalização os resultados obtidos serão medidos e teremos duas alternativas: na melhor das hipóteses o objetivo foi a alcançado, e na pior o objetivo não poderá ser alcançado.  Termos utilizados: PERT – Program Evaluation and Review Technique; PMBOK – Project Management Body of Knowledge. Lembro que essa eh uma visão simplista de Gestao de Projetos que merecem ser aprofundados por profissionais da área ou em cursos de especialização. Tambem possui um numero muito maior de interessados e areas dentro de uma empresa, como: riscos, stakeholders, comunicacao, custos, rh, qualidade e outros. Baseado nisso posso afirmar: Um projeto bem estruturado minimiza as chances dos insucessos. Planeje – se antes de executar suas ações na empresa.


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Metas SMART

O que não pode ser medido não pode ser avaliado. Como saber se uma campanha teve resultado ou não?
Uma empresa precisa de direcionamento, uma empresa com um foco bem definido e um plano de metas estruturado tem mais chance de atingir seus objetivos. Uma importante ferramenta para a realização deste plano chama-se SMART que significa:

Specific ( Específico)
Mensurable (Mensurável)
Attainable ( Alcançável)
Relevant (Relevante)
Time-bound (Tempo definido)

Todos estes atributos estão descritos abaixo com suas respectivas funções:

Específico

Quanto menos abrangente for seu objetivo mais fácil será para você criar ações para alcança-lo. A visão do todo é essencial, mas para traçar as estratégias e colocar indicadores quanto menor o seu target melhor será sua medição.

Obs.: 5W2H é uma ótima ferramenta nesta etapa

Mensurável

Como foi dito temos que ter elementos para mensurar a efetividade das ações. São objetivos claros: aumentar a venda em 20%, diminuir a taxa de desconto para 9,5%, aumentar o ticket médio para R$1500,00, reduzir a despesa em 12%.

Atingível

Seria impossível escalar o Monte Everest em 1h, mesmo para um escalador profissional. Se uma alpinista tivesse essa meta, invés de ficar empolgado ele ficaria desmotivado.

Relevante

Toda ação que não agrega valor ou não possui um grau de relevância deve ser excluída do plano para otimizar o tempo e não gastar recursos que acarretaram benefícios irrelevantes.

Tempo definido

Para dar maior credibilidade ao plano cada meta deverá ter um prazo de duração e de realização. Isso facilita o controle do gestor, ao final de cada prazo ele poderá auditar os resultados obtidos.


Baseado nisso posso afirmar: Tenha uma empresa “águia” que seja focada em seu objetivo para que você não vire apenas mais um “pombo” olhando para todos os lados do mercado de uma só vez. Foque e conquiste!!!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Criatividade e Inovação

Conforme exposto no post anterior o departamento de criatividade e inovação tem ganho grande importância em grandes empresas. Afinal, o que esse departamento faz e como ele trabalha? As pessoas ficam apenas inventando coisas? Como se mede a criatividade? Perguntas como essas podem surgir quando falamos de uma área relativamente nova.
Vamos fazer algumas explicações: Esse setor dentro de uma empresa é responsável por criar produtos ou serviços, desenvolver diferenciais competitivos nos já existentes e realizar pesquisas para auxiliar a tomada de decisão.
Para que esse departamento tenha sucesso ele precisa de algumas ferramentas e atributos:
- Um ambiente descontraído e informal.
- Autonomia dentro da empresa de maneira geral.
- Uma politica que estimula idéias de qualquer natureza.
- Diversidade de pessoas (etnias, gêneros e classes sociais).
- Banco de dados eficiente com informações fidedignas.
Ótimos exemplos de empresas que trabalham muito bem esse lado são a Google e o Facebook e uma grande dica de filme que retrata bem o cenário é "Os estagiários".
Não é preciso ter um departamento especifico para que a criatividade e inovação tenha espaço em sua empresa, pode-se criar espaços de inovação, recrutar pessoas diferentes, estimular novas idéias com campanhas e outros.
Baseado nisso posso afirmar: Diversifique sua forma de pensar. Pessoas adoram coisas novas!!!

Demanda e oferta

Em economia muito se fala de demanda e oferta em relação ao mercado. Como toda empresa esta inserida num mercado e esse mercado está em constante mutação poderemos utilizar um pouco mais esses conceitos.
 A oferta nada mais é que a quantidade de um bem ou serviço oferecido no mercado. Quanto maior for a oferta desse bem num determinado local,maior será o acesso das pessoas a eles. Com isso a tendência é que seu preço diminua para atender esse mercado mais competitivo. Exemplo: O preço de venda de castanhas no Pará - local de origem.
Já a demanda esta do lado dos consumidores e diz respeito a necessidade, ou gosto por um bem ou serviço em determinada região. Quanto maior a demanda, maior a procura e, consequentemente, maior será o preço que determinado consumidor estará disposto a pagar para ter seus desejos realizados, ou suas necessidades sanadas. Ex.: O preço de venda da castanha no estado de São Paulo - não é o local de origem.
Com isso algumas empresas traçam estrategias para melhor atingir os mercados com maior demanda, muitas vezes antecipando uma necessidade ou até criando-as. Todos querem fazer parte de um mercado em que  a demanda seja grande e a oferta seja pequena,  todavia esses mercados estão cada vez mais escassos.
Um dos grandes exemplos é do medicamento Viagra que age contra a impotência sexual. Por anos o laboratório Pzifer explorou sozinho esse novo nicho.
O departamento de inovação e criação ganha destaque em grandes corporações para criarem produtos ou serviços que usufruam dessa oportunidade.
 Baseado nisso posso dizer: Criem, inovem e colham os frutos antes de novos agricultores.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

FORMALIZAÇÃO PARA EVOLUÇÃO

-Chegou a hora de crescer....
Ao iniciar um novo negócio, empreendedores optam por agir na informalidade sem constituírem empresa ou criarem um CNPJ. Para evitar o pagamento de impostos essas empresas - normalmente familiares - podem ficar anos e anos sem se enquadrar em qualquer modalidade formal.
Isso ocorre pelo fato dos administradores não enxergarem vantagem no negócio formal, a relação custo x beneficio não representa ganho.
Atualmente os principais benefícios da formalização são:
- acesso a linhas de crédito.
- incentivo em programas governamentais.
- habilitação para participar de leilões, pregões e outros.
- poder de emissão de Notas Fiscais para pessoa física e jurídica.
- maior credibilidade para nos negócios com os clientes.
- possibilidade de progressão da empresa para outras modalidades.

Onília Araujo, contadora, diz o principal motivo que levam seus clientes a se formalizarem: "... existem apenas dois motivos válidos para a formalização de uma empresa: quando os tributos ficam muito “caros” na pessoa física ou quando seu cliente exige a formalização para contratá-las."

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Vamos falar sobre as principais modalidades de organização:
- Empresário Individual
Aquele que trabalha no comércio ou com serviços que não dependam de graduação superior para seu desempenho. É a antiga Firma Individual, e o seu registro é realizado na Junta Comercial.
- Sociedade Empresária Limitada
Com dois ou mais sócios e que trabalha no comércio ou com serviços não intelectuais.
- Sociedade Simples Limitada
Dois ou mais sócios e que trabalha com atividades intelectuais: de natureza científica, literária ou artística.
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Os sócios podem ser classificados como:
- Sócio administrador
É aquele que efetivamente desempenha funções dentro da empresa e é responsável pela administração da mesma. Recebe 'pró-labore', assina e responde legalmente pela Pessoa Jurídica (empresa). Todos os sócios podem ser administradores ou não. No caso de nenhum dos sócios desempenharem esta função, um terceiro deverá ser nomeado Administrador, sendo que o Contrato Social deverá prever esta situação.
- Sócio-quotista
Este tipo de sócio não trabalha na empresa, não retira 'pró-labore', mas participa de lucros e prejuízos do negócio e responde pelos atos da Pessoa Jurídica, em solidariedade com os outros sócios.

CUIDADO:

Existem restrições para algumas pessoas, na abertura da empresa:

- Funcionário Público
Na maioria dos casos, o funcionário público está impedido pelo seu Estatuto de Servidor de ser sócio-administrador ou titular de firma do tipo Empresário. Geralmente, ele poderá ser somente sócio-quotista. Para saber desta possibilidade, é necessário consultar a entidade para qual trabalha.
- Aposentado por invalidez
O aposentado por invalidez não pode ser sócio-administrador de uma empresa ou titular de empresa individual (Empresário), apenas sócio-quotista.
- Participação em outra empresa
É vedado é uma pessoa ter duas empresas do tipo Empresário em seu nome.

SIMPLES NACIONAL

O Simples nacional é um imposto unificado pela Lei Complementar 123 de 2006.
"Entrou em vigor, no dia 01 de julho de 2007, o Simples Nacional, um regime tributário diferenciado que unifica e simplifica a arrecadação de oito impostos e contribuições federais, estaduais e municipais, instituído pelo Estatuto Nacional das Micro e Pequenas Empresas (Lei Complementar n. 123/2006). O Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) envolve os três entes com competência tributária - União, Estados e Municípios. O Simples Nacional, também conhecido como Super Simples, implica no recolhimento, mediante um único documento de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições: IRPJ, PIS, COFINS, IPI, CSLL, INSS, ICMS e ISS."

Veja a reportagem da PEGN de 12/06/2013 que relata bem algumas mudanças do imposto.
Quando parou de competir profissionalmente, o surfista Fábio Pinheiro resolveu empreender. Passou a vender, na capital baiana, materiais esportivos voltados para o surfe, especificamente na modalidade chamada de bodyboard. Atuava na informalidade até poder se registrar como Microempreendedor Individual (MEI), sendo um dos primeiros na Bahia a aderir à categoria. Hoje, já são quatro anos de negócio formalizado. Para Fábio, uma das principais vantagens está na questão tributária. “Sem essas condições, provavelmente não poderia fazer um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e ampliar a empresa. A tributação simplificada facilita a possibilidade de formalizar um negócio”. A categoria Microempreendedor Individual está incluída no regime tributário conhecido como Supersimples, que completa em julho seis anos de implantação.
Esse regime reduz em cerca de 40% os impostos para as micro e pequenas empresas. O Supersimples surgiu junto com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, aprovada no ano de 2006 e que entrou em vigor em julho de 2007. O sistema permite que empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões tenham tratamento diferenciado na tributação. Além da redução da carga tributária, o Supersimples unifica o pagamento de oito impostos em apenas um boleto.
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O que é preciso para abrir um negócio próprio?
Nome da empresa (Escolha três nomes para registrar a sua empresa, que sejam relacionados com a atividade do negócio).
Endereço da empresa.
Valor do capital social e a proporção da participação de cada sócio.
Dados dos sócios (Endereço residencial, Identidade, CPF e estado civil com regime de casamento).
Cópia do comprovante de residência dos sócios (Conta de luz, gás ou telefone).
Cópia do IPTU do imóvel no qual será legalizada a empresa (Folha do carnê onde consta o endereço do logradouro e a inscrição predial).

Existem basicamente dois tipos de alvarás: alvará de localização - é aquele onde a empresa realmente funcionará; alvará de Ponto de referência - é aquele onde a empresa utilizará o endereço residencial de um dos sócios ou do titular da empresa individual, apenas como ponto de referência. Este tipo de alvará é freqüentemente utilizado por empresas prestadoras de serviço.

A presença de um contador nesse processo facilita bastante esse processo.


Fonte: www.sefaz.ms.gov.br; www.legalizandoempresa.com.br; revistapegn.com.br; sebrae.com.br

Baseado nisso posso afirmar: Não há maneira diferente de evoluir uma empresa sem passar pela formalidade. Inicie um negócio fortaleça-se e formalize-a. Prepare o terreno que a chuva virá!!!